3.16.2004
Genius
Os mais chegados sabem que uma das minhas falas clássicas é dizer que o Genius, da Estrela, foi o presente de Natal que eu nunca tive (que dó!). Em matéria de brinquedos dos anos 80 e afins, passaram pela minha casa o Pogobol, o Vai-e-Vem, o Banco Imobiliário e tudo mais. Mas o Genius não.
Tá, a propaganda não me enfeitiçou tanto, era só uma roda colorida que fazia barulho mesmo, quem iria querer? Só que o bicho pegou quando, de bobeira, eu encontrei o Genius do primo de um primo numa mesa de churrasco em família e joguei a lógica proposta. Que coisa de outro mundo!
Num dos últimos Natais presenteados com brinquedo que eu tive, cheguei perto, muito perto de ter um. Uma caixa velha ainda restava do extinto brinquedo em uma loja. Só que eu já era grandinho o suficiente para entender de economia doméstica e percebi que o argumento "Compra, mãe?" não seria páreo para os cerca de sessenta e cinco reais. Me contive.
Eu já joguei diversos jogos similares e um software de computador que simulava perfeitamente os comandos dessa jóia eletrônica. Mas nenhum deles era esse disco preto, anatômico.
Não era ele.